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o vasco nosso de cada dia - 08.02

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o vasco nosso de cada dia - 08.02

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Entre 1956 e 1958, o Vasco e o Real Madrid estiveram entre os melhores times do mundo, principalmente, o espanhol, pentacampeão europeu e tetra nacional. Os vascaínos tinham  os campeões mundiais Bellini e Orlando , mas não viviam um bom momento, mesmo mantendo estrelas que passaram pela Seleção Brasileira, como Coronel, Écio, Paulinho de Almeida, Sabará, Delém e Pinga
 Até aquele amistoso com o Real Madrid, em 8 de fevereiro de 1961, o maior público no Maracanã fora o de 16 de julho, da final da Copa do Mundo: 199.854 presentes, dos quais 173.850 pagaram para entrar.
Vieram, então, os merengues, 11 anos depois. Com a imprensa carioca badalando o encontro, os dois times iriam para o seu quarto duelo, um desempate, já que rolava uma vitória para cada lado e uma igualdade. Era o "Jogo do Século", mesmo com o Vasco em quinto lugar no Campeonato Carioca. Para o torcedor, porém, o que importava era ver em ação o assombroso melhor time do planeta, com Di Stefano, Puskas e Gento. Mais de 140 mil foram ao estádio, dos quais 122.038 compraram ingresso, gerando o maior público de jogo de um clube sul-americano.
Quando o árbitro argentino Juan Brozzi chamou os capitães Bellini e Gento para sortear a saída de bola, havia dezenas de fotógrafos pelo gramado. Nenhum, porém, conseguia fazer Di Stefano posar. O estrelismo do Real Madrid era tamanho que os seus atletas nem cumprimentaram os anfitriões. Por protocolo, só os presentearam, com relógios de ouro – em troca, receberam flâmulas vascaínas.
Quando a bola rolou, o Real tinha Del Sol e Puskas, pela meia esquerda, deixando a direita para penetrações de Vidal e Canário, que infernizava a vida de Coronel. Aos poucos, Di Stefano foi mostrando precisão nos passes, inteligência nos deslocamentos e fazendo corridas inesperadas, para livrar-se dos marcadores. E distribuindo ordens. Seu treinador nem se manifestava, ao contrário do estreante técnico vascaíno, Martim Francisco, que gesticulava e berrava muito, segurando os suspensórios.
Com futebol rápido e brilhante, o Real Madrid agradava. Aos 14 e aos 15 minutos, fez  2 x 0, com gols de Del Sol e Canário. Reclamando muito do calor da noite carioca, os madrilenhos saíram para o intervalo, recebendo água mineral em suas cabeças. Para o segundo tempo, uma novidade: o árbitro usando camisa amarela, substituindo o preto total  da etapa inicial, sugerido pelo "bandeirinha" Alberto da Gama Malcher –  Eunápio de Queirós foi o outro – , para não ser confundido com os cruzmaltinos.
Dada a nova saída de bola, quem esperava por uma goleada do Real Madri viu o Vasco se superar. Aos sete minutos, Casado marcou um gol contra. Aos 17, Pinga empatou, cobrando pênalti, sofrido por Delém. Depois, a torcida vaiou Di Stefano, quando ele foi substituído. E o duelo ficou 2 x 2 no placar e nos empates do confronto.
O Vasco (foto)  formou com: Humberto Torgado (Miguel); Paulinho de Almeida, Bellini e Coronel: Écio e Orlando; Sabará, Delém, Wilson Moreira, Lorico e Pinga (Da Silva). O Real Madrid foi: Dominguez; Marquitos (Michel), Santamaria (Zagarra) e Casado; Vidal e Pachin; Canário, Del sol, Di Stefano (Pepillo), Puskas e Gento. (fotos reproduzidas da Revista do Esporte).

LEVOU TAÇA CIDADE DE CABO FRIO - Em 8 de fevereiro de 1975, o Vasco foi a Arraial do Cabo (distrito de Cabo Frio, até 1985), encarar o Flamengo. O clássico rolou no Estádio Hermenegildo Barcelos e cerca de 15 mil torcedores gastaram escutarem o apito de Alcides Rocha-RJ e viram a “Turma da Colina” vencer, por 2 x 1.
 Edu Coimbra abriu o placar, aos 2 minutos, e Doval empatou, aos 27 do primeiro tempo. Na etapa final, Carlos Alberto Zanata desempatou, aos 17, e o Vasco carregou a Taça Cidade de Cabo Frio. Time copeiro da Colina: Andarada; Paulo César, Miguel (Joel Santana), Moisés e Celso Alonso; Alcir Portella, Zanata (Gaúcho) e Luís Carlos Lemos; Carlinhos, Roberto Dinamite e Edu.
 
MASSACROU OLARIA -  Em 8 de fevereiro de 1995, o Vasco guardou a sua maior goleada na data: 6 x 1 sobre o Olaria, pela primeira fase do primeiro turno do Estadual. Mas só 630 pagantes pintaram na Colina para testemunharem o massacre, apitado por Jorge Luiz Carius
A mando do técnico Nelsinho Rosa, as bolas no filó foram endereçadas por Pimentel, aos 16; Marcão, Valdir ‘Bigode’, Clóvis e Yan. A rapaziada massacrante foi: Carlos Germano; Pimentel, Paulão, Ricardo Rocha e Cássio (Bruno Carvalho); Leandro Ávila, Luisinho. Richardson e YIan; Valdir e Clóvis.
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